
Sob esta infinita abóbada celestial
No azul perfeito, pressinto o teu olhar
Aquele , que, com o amor me despe
Quando é chegada a hora de te amar
O verde dos teus olhos, meu doce amor
Nos ramos dos pinheiros está gravado
Libidez de corpos entrelaçados, sem pudor
Quando se entregam, em desejo compassado
A natureza alberga a tua imensidão
Nela respiro o teu perfume. A minha vida!...
Nesse teu cheiro de aromas celestiais
Alimentando-me a alma e o coração
Fazendo-me sentir a Musa mais querida
Deusa Rainha, habitando entre mortais...
@Margusta
Pinhal da Lagoa de Albufeira
14/09/2008
In " Poemas de amor"
3 comentários:
Lindo o teu poema: Que bom pressentirmos que o somos de alguém...Musa!
Adoro a canção do video.Muito bem escolhido. Jinhos mil
Desculpa ter removido o comentário em cima, mas estava cheio de erros...a mania de não reler o que escrevo....jocas
Um soneto muito bonito, Margusta! Para quando um livro de poesia? Avança!
Mil beijinhos
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