
Libertação dos Sentidos
Secretamente vai ardendo em mim
Uma doce libertação dos sentidos
Desejos mil e sensações sem fim
Ecos de chamas, templos perdidos
Fugaz ou eterna, no corpo se dilui
Nos rumos vencidos do sangue abstracto
Este sonho escrito que nas veias me flui
Como fogo nómada, na lucidez do tacto
Despertam as cores... sons e vertigens
E dessa sede funda, de te, ter por perto
Nasce um sol rubro, que nunca se nega
Do corpo em chagas nas areias virgens
Voam aves livres de horizonte incerto
E o tempo adormece depois da entrega!
@Margusta
2008/02/21
8 comentários:
está lindissimo o teu poema ...
parabéns.
beijinhos e bom fim de semana
poema e quadro em harmonia. Fico feliz por a minha amiga ter regressado aos seus post's. Não tem por que o não fazer.
Fica um vazio.
Falta-nos o brilho de sua inspiração gráfica em vários exercícios que,como flores, semeia nos vários blogs.
Bom fim-de-semana.
Fraterno abraço
Olá amiga, és uma poeta de mao cheia ler-te delicia-me. Beijinhos para ti
Minha Bela Margusta,
Caminhar no seu blogue é de uma beleza ímpar ao som de um fundo musical escolhido a preceito.
Que sensação maravilhosa ao ter-se oportunidade de ler e podermos fazer uso do recurso à introspecção sobre a intensidade e ao mesmo tempo leveza deste seu excelso poema.
Boa amiga, desejo um terno beijinho para si.
Pepe
O meu Muito Obrigada Isabel!...Beijinho grande para ti!!!
Adryka , minha Amiga,
...quantas saudades...já não passavas por aqui faz séculos :)))
Obrigada amiga!!!
Beijinho enorme, fiquei muito feliz em te ter por cá! :)))
Amigo Eremita,
...Obrigada pelas suas palavras!!!...
O amigo tem um coração e uma alma enorme...SENTE_SE isso!!!
Obrigada do coração!
Um abraço sentido para si!
Amigo Pepe,
...SEMPRE tão gentil e doce para comigo...deixa-me sem palavras!!!
Obrigada do coração!
Beijinhos para si!
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